Corpo - este “Diferente” Excluído da Psicanálise

Maria Lucia Pilla

(apresentado no 2º. Encontro Latinoamericano de Psicanálise, SP)

Resumo

A autora aponta para a dificuldade histórica, dos psicanalistas, de lidar com aquilo que difere de seus parâmetros estabelecidos, e para  a exclusão, também histórica, do corpo físico, considerado como um “diferente” na psicanálise. Questiona então esta exclusão, fundamentando-se nos novos paradigmas trazidos pela Física Quântica e pela Neurociência. Propõe que, à luz destes novos paradigmas,  tal exclusão revela-se como ilusória e portanto não é mais viável. Através de um caso clínico, demonstra os efeitos da inclusão do corpo físico, propiciadores de novos níveis de simbolização. E conclui, defendendo que tal inclusão pode ser um recurso válido e valioso, em alguns casos específicos ou em determinados momentos de um processo analítico. Finaliza colocando uma questão a respeito do tabu dos psicanalistas em relação ao corpo.

Palavras chave: corpo, psicanálise, novos paradigmas, tabu

El Cuerpo – este “Diferente” Excluido de la Psicoanálisis

Resumen

La autora apunta hacia la dificultad histórica de los psicanalistas de lidiar con aquello que difiere de sus parámetros establecidos, y para la exclusión, también histórica, del cuerpo físico, considerado como un “diferente” en el psicoanálisis. Cuestiona por consiguiente esa exclusión, fundamentandose en los nuevos paradigmas traídos por la Física Quántica y por la Neurociencia. Propone que, a la luz de estos nuevos paradigmas, tal exclusión se revela como ilusoria y por lo tanto ya no es viable. A través de un caso clínico, demuestra los efectos de la inclusión del cuerpo físico, propiciadores de nuevos niveles de simbolización. Concluye defendiendo que tal inclusión puede ser un recurso válido y valioso en algunos casos específicos o en determinados momentos de un proceso analítico. Finaliza planteando una cuestión respecto al tabu de los psicanalistas en relación al cuerpo.

Palavras clave: cuerpo, psicanálisis, nuevos paradigmas, tabu.

Tema 6.: A Relação da Psicanálise com o Direito, com as Neurociências, com a Biologia e a Genética

             Para o Encontro dos Estados Gerais no Rio de Janeiro, imediatamente anterior ao Encontro Latino Americano em São Paulo, foi proposto o debate de uma carta de Ferenczi à Freud, datada de 26 de dezembro de 1912, onde o 1o. ataca a rebeldia de Jung ao afastar-se dos parâmetros analíticos então estabelecidos, colocando-se contrário à aceitação de tal “diferença”. Estava Ferenczi, desta forma,  assinando sua própria exclusão, anos depois. Acredito que este tema foi escolhido, como uma evidência de que a história da psicanálise não nos serviu de lição, pois continuamos hoje com a mesma dificuldade de aceitar o diferente, com a mesma tendência a excluí-lo. Não nos serviu também o alerta de Freud, ao falar do “narcisismo das pequenas diferenças” (1) , para apontar um fenômeno grupal, segundo o qual a coesão de um grupo, se faz às custas da exclusão e canalização da agressividade, para os componentes do grupo que apresentam alguma diferença.  Esta dificuldade de aceitar e incluir o “diferente”, tem sido uma das importantes denúncias dos Estados Gerais, trazendo em seu bojo uma proposta de transformação, contida na própria forma através da qual  este movimento vem se organizando.            

             Embora não tenha sido assim em seus primórdios (quando Freud “tocava” seus pacientes), a partir da utilização da associação livre, o corpo passou a ser considerado como um “diferente”, que deveria ser excluído da prática psicanalítica. Os psicanalistas passaram a lidar apenas com o corpo representado, inscrito no psíquico e claramente diferenciado do corpo biológico (assunto para médicos e profissionais afins) - embora um conceito tão básico como a “pulsão”  encontre-se “no limiar entre o psíquico e o somático” (2).       

Ferenczi, clínico sagaz de grande sensibilidade e coragem, ao lidar com seus casos difíceis,  deu-se conta de que, neles, não era possível limitar-se ao corpo representado, passando então a incluir o corpo físico através de suas “técnicas ativas”, o que acabou por  levá-lo ao mesmo destino de exclusão de Jung e de Reich, outro que cometeu o pecado de tentar trazer este “diferente” para dentro da teoria e da prática psicanalítica.

Aproveitando a inclusão de muitas diferenças que o movimento dos Estados Gerais vem nos proporcionando, meu trabalho parte do seguinte questinamento: como fica e exclusão  do corpo físico, biológico, da psicanálise, diante dos novos paradigmas que vêm sendo trazidos pela física quântica e pela neurociência, segundo os quais os limiares e  diferenças entre corpo e mente, entre observador e observado, entre sujeito e objeto, estão  ficando cada vez menos nítidos, cada vez mais borrados e apagados? Não seria este o momento de trazermos de volta os “excluídos” e de ouvirmos o que eles tinham a dizer, que antes não pôde ser ouvido? Pois embora este movimento já venha se realizando em relação à Ferenczi, o mesmo ainda não aconteceu em relação a Reich, talvez porque sua proposta de inclusão do corpo seja mais radical;  tanto que  a partir de seus postulados teóricos e técnicos, Alexander Lowen e John Pierrakos criaram a bioenergética, da qual derivam-se algumas terapias corporais contemporâneas, como por exemplo a “Core Energetics” e a “Biossíntese”.

Proponho-me então  a tentar  responder  este questinamento e, para tanto, buscarei auxílio e fundamentação nos textos de duas autoras,  uma psicanalista e uma neurocientista, em função da inclusão original e criativa que fazem dos novos paradigmas científicos. Selecionarei de seus textos apenas os aspectos que servem aos nossos propósitos.

Beatriz Breves Ramos, psicanalista e física, partindo de  uma abordagem transdisciplinar, atravessa a física moderna, a biologia, a psicanálise e a arte  para construir uma nova teoria. Em seu livro Macromicro - A Ciência do Sentir (Ed. Mauad), concebe o ser humano como “um complexo vibratório macromicro”, que manifesta-se, para a percepção humana, como um ser biológico (material)  em nível macrocósmico (que refere-se aos aspectos da natureza que nossos sentidos alcançam) e como um ser psicológico (energético) em nível microcósmico (que refere-se aos aspectos da natureza que nossos sentidos não alcançam). Mas esta fronteira entre  macrocósmico e  microcósmico, entre  visível e  invisível, entre matéria e energia, entre  biológico e  psicológico, na realidade não existe - ela apenas se faz presente em função das limitações da percepção humana, ou seja, em função da forma como a evolução do universo nos “construiu”; se tivéssemos evoluído de uma outra forma, que nos possibilitasse perceber o nível microcósmico, perceberíamos a nós mesmos como um complexo energético - pois sabemos hoje que nossas células são constituídas de átomos que possuem em seu interior enorme potencial de energia. Sendo então o ser humano um complexo vibratório macromicro, as relações humanas processam-se sempre através de pulsos vibratórios, tanto no nível perceptível (onde por ex., a voz é uma onda mecânica emitida) quanto no nível inconsciente; esta relação vibratória entre os seres humanos é, segundo a autora,  regida pelo “Princípio da Interação”, de acordo com o qual é impossível sequer observar outro ser humano sem interferir nele e sem ser interferido por ele.  É este Princípio que rege uma nova concepção de transferência, que inclui a contratransferência e na qual ambas não são apenas fenômenos referentes à repetição, mas também novos fenômenos que se produzem no momento presente da relação analítica, segundo a interação que está ocorrendo entre cliente e analista, que por sua vez está relacionada ao que está ocorrendo no mundo interno e externo de ambos e no ambiente que os cerca. Como vemos, trata-se de uma concepção ampliada de transferência - e a autora propõe então o “sentir” como o instrumento adequado para captar a totalidade do que se passa na transferência a cada momento: o sentir engloba tanto as sensações ( manifestação do sentir a nível macrocósmico) quanto os sentimentos (manifestação do sentir a nível microcósmico) e é a vivência vibratória que podemos experimentar do complexo vibratório que somos nós mesmos e os outros. O sentir é o 1o. momento do trabalho analítico - só em um 2o. momento podemos tentar simbolizar em palavras o que foi captado através do sentir, criando uma interpretação.

             A Dra. Candace Pert, PhD, bióloga molecular e neurocientista, em seu livro Molecules of Emotion - the science behind mindbody medicine (Touchtone book) nos fala da descoberta de um 2o. Sistema Nervoso de base química, mais antigo, mais básico e mais extenso que o Sistema Nervoso até então reconhecido (formado pela rede de neurônios dos Sistemas Nervosos Central e Periférico). Este 2o. Sistema Nervoso é formado por “receptores” - moléculas sensitivas localizadas na membrana celular e por “ligadores”- moléculas que carregam informações, sendo que cada receptor tem um ligador específico que corresponde a ele. Quando um ligador se liga ao receptor correspondente, produz neste uma vibração através da qual a informação trazida pelo ligador é transmitida para dentro da célula, gerando nesta uma cadeia de reações bioquímicas. Estes fenômenos que ocorrem a nível celular podem traduzir-se em mudanças de comportamento e de estados emocionais.

             Existem vários tipos de ligadores, mas 95% deles são peptídios que, ligados aos receptores correspondentes, formam o que Pert denomina “moléculas da emoção” ou “substâncias informativas”, segundo Francis Schimitt. Estes peptídios se movem através do espaço extra-celular, circulando no sangue e no fluído cérebro-espinhal, viajando grandes distâncias e encontrando seus receptores alvo em regiões tão distantes, que seu sistema de comunicação faz lembrar o Sistema Endócrino, cujos hormônios viajam por toda extensão e largura de nosso corpo. Acredita-se hoje que apenas 2% (Miles Herkenham)  da comunicação neuronal ocorra através do Sistema Nervoso Cérebro-espinhal, ficando o restante por conta deste 2o. Sistema Nervoso, que realiza assim a comunicação entre os vários sistemas do corpo, propiciando a integração entre suas estruturas e funções. Pert considera estes sistemas integrados como uma “rede psicossomática de informações”, ocorrendo simultaneamente no cérebro e no restante do corpo, e na qual um constante fluxo de informações se move através de células, órgãos e sistemas (todos os sistemas, inclusive os Sistemas Nervosos Centrais e Periféricos), ou seja, o substrato físico deste fluxo de informações é o corpo todo (e não apenas o Sistema Nervoso Cérebro-espinhal); esta rede inteligente é o “corpomente”, que organiza e dirige todos os sistemas, criando as emoções e os pensamentos e comportamentos.         

Portanto, todas as informações sensoriais que chegam ao nosso corpo são transmitidas não só através do Sistema Nervoso Cérebro-espinhal, mas também e principalmente através deste 2o. Sistema Nervoso. Estes processos se dão inicialmente no nível inconsciente e é no nível celular que as informações serão filtradas, permanecendo inconscientes ou acendendo à consciência, pois a modificação que o ligador unido ao receptor (“molécula da emoção”) gera na membrana celular, poderá facilitar ou bloquear a transmissão de impulsos elétricos; ou seja, a informação que entra na célula pode ser armazenada  e sua transmissão bloqueada (permanecendo inconsciente) ou facilitada (ascendendo aos níveis conscientes); esta “decisão” dependerá da quantidade e qualidade de receptores existentes em cada célula ( fator que está relacionado a todas as experiências de vida, ocorridas desde o nascimento até o momento presente), bem como do que está sendo transmitido pelos ligadores a cada momento. Vemos assim que a memória é também armazenada em uma rede psicossomática que se extende por todo o corpo:  “ as mudanças bioquímicas forjadas à nível dos receptores são a base molecular da memória” ( Dr. Eric Kandell e colab., Universidade de Colúmbia). E, uma vez que tais “mudanças bioquímicas” podem se manifestar em emoções, pensamentos e comportamentos, vemos que estes estão intrinsecamente entrelaçados com as sensações corporais.

             Penso que a existência deste 2o. Sistema Nervoso, que se extende como uma rede por  todas as células do corpo, corrobora a hipótese de Beatriz B. Ramos,  de que a comunicação humana se faz através de pulsos vibratórios regidos pelo Princípio da Interação - uma vez que, através desta rede, qualquer informação sensorial que atinja nosso corpo provocará, através de vibrações (lembremos que é através de vibrações, que o receptor transmite para a célula a informação trazida pelo ligador ) , alterações celulares que poderão permanecer inconscientes ou tornar-se conscientes,  manifestamdo-se em nossas  emoções, ações e pensamentos. Parece-me também que estas novas descobertas, podem tornar mais compreensível e talvez até confirmar, a postulação de Reich de uma “couraça muscular” que guardaria  experiências traumáticas “congeladas”, considerando que, segundo elas, determinadas informações sensoriais que atingem  o nível celular, podem permanecer  “guardadas” neste nível, sem ascender à consciência.  E  podem também esclarecer o efeito dos trabalhos corporais propostos pela bioenergética ( e Escolas dela derivadas ) - se levarmos em conta que, através deles, novas informações sensoriais podem atingir as células, criando assim as condições adequadas para o acesso à consciência. O fato é que estas duas teorias têm, no mínimo, me ajudado a pensar e entender melhor certos fenômenos inegáveis - como, por exemplo, a conscientização, através de trabalhos corporais, de experiências traumáticas que permaneciam inconscientes depois de anos de análise.

             Voltando ao meu questionamento inicial: “como fica e exclusão  do corpo físico, biológico, da psicanálise, diante dos novos paradigmas que vêm sendo trazidos pela física quântica e pela neurociência”. À luz do que foi acima exposto,  penso que tal exclusão não é mais possível. Não o é porque, segundo estes novos paradigmas, o ser humano é um todo indivisível, que só dividimos em função de nossas limitações perceptivas. Como, então, podemos pretender lidar apenas com um aspecto deste todo? Pois o corpo representado é simbólico e o simbólico é apenas um aspecto deste todo. Como diz Ramos, “soma é psíquico e psíquico é soma, o psicossomático”. Se, afinal,  querendo ou não, “tocamos” o corpo biológico do cliente com nossa simples presença, por que não romper o tabu do toque e incluir este corpo, com suas infinitas possibilidades  a serem simbolizadas?

             Através de um caso clínico, proponho-me agora a trazer para o nível “material”, “visível”,  as descrições teóricas que acabo de expor. B iniciou seu tratamento comigo ainda adolescente, sendo a principal queixa um quadro de obesidade mórbida. Após 5 anos de análise, B estava bem na maior parte dos aspectos de sua vida: superara a obesidade, cuidava-se bem, estava de bem com seu corpo; cursava a faculdade que desejava, já começava a trabalhar, tinha muitos amigos...em suma, sentia-se feliz, exceto por um aspecto - a antiga dificuldade de lidar com sua agressividade. No início de sua análise, esta dificuldade era total: qualquer situação que gerasse raiva, em que precisasse defender-se, deixava-o literalmente paralisado. Aos poucos, este quadro foi mudando e B foi dispondo mais livremente da possibilidade de usar a agressividade a seu favor, exceto em 2 situações: nas relações familiares e amorosas, onde a paralisação mantinha-se intacta. Já havíamos trabalhado tudo que nos parecia possível, no nível verbal: aparentemente, B  conhecia as fontes de suas raivas e ódios, bem como  os obstáculos que se interpunham a sua expressão; reconhecia também, claramente,  os prejuízos que este bloqueio lhe trazia - mas, ainda assim, nada mudava. Ao tratarmos destas situações, B referia-se à “uma bola negra na boca de seu estômago”. Como a exclusão do corpo é, para mim, uma questão antiga, que inclusive me levou ao estudo e prática de terapias corporais, decidi-me a propor a B um trabalho corporal, que o ajudasse a fazer alguma coisa com sua bola negra travada. B aceitou prontamente, dizendo “não agüentar mais aquela coisa entalada dentro de seu corpo”. Utilizei uma técnica de conscientização corporal através da sensação, pedindo-lhe para colocar sua atenção na “bola negra na boca do estômago”, ampliando-a através da respiração, e deixando seu corpo expressar o que surgisse. Por meio destas técnicas, B recuperou, através de imagens e da expressão corporal, uma cena de sua infância precoce, que jamais surgira na análise. Nesta cena,  B era uma criança pequena que expressava sua raiva e revolta diante de certos fatos, sapatiando e gritando - quando então era colocado pela mãe debaixo de um chuveiro gelado. Depois de muitos banhos gelados, a mãe de B finalmente conseguiu realizar seu intento de congelar-paralisar a sua raiva. Após o desbloqueio, recuperação e expressão  e elaboração verbal destas cenas, B foi aos poucos podendo dispor cada vez mais de sua agressividade ,  podendo utilizá-la de forma apropriada quando  dela necessitava, inclusive nas relações familiares e amorosas.

             Minha intenção, ao expor este caso, é demonstrar que a inclusão do corpo físico através da utilização de técnicas corporais, pode ser um recurso técnico válido e valioso, em determinados casos e em determinadas situações no transcurso de uma análise, quando o verbal esgotou suas possibilidades e algo ainda resiste, nos desafiando. Certamente, esta é uma postura clínica centrada na necessidade do cliente e no nosso desejo de dar uma resposta a seu sofrimento. Penso aqui em Winnicott, quando diz “Se nosso objetivo continua a ser verbalizar a conscientização nascente em termos de transferência, então estamos praticando análise, se não, então somos analistas praticando outra coisa que acreditamos ser apropriada para a ocasião. E por que não haveria de ser assim?” (4).  Foi assim que Winnicott acrescentou, à “cura pela palavra”, a “cura pelo setting”, tendo como ponto central a pessoa do analista. Se, afinal,  de acordo com os novos paradigmas, querendo ou não, admitindo ou não, “tocamos” nossos pacientes com nossa simples presença, por que não admitir e usar intencionalmente este toque, quando o caso ou a situação transferencial-contratransferencial do momento apontar para esta necessidade?

             Termino aqui com um novo questionamento: se a inclusão do corpo pode produzir efeitos como os acima descritos, o que nos faz manter sua exclusão? Qual a justificativa científica, a fundamentação teórica desta exclusão? Procurei trazer aqui o oposto: uma fundamentação teórica, apoiada na neurociência e na física quântica, da necessidade de incluí-lo. Será então que a exclusão fundamenta-se em alguma outra ordem, não simbólica, em algum temor obscuro de enfrentar o que, para além ou aquém do recalcado, está “congelado” em nosso próprio corpo? 

 

Bibliografia

 

BREVES-RAMOS, M. B. (1998). Macromicro a Ciência do Sentir. Rio de Janeiro: Mauad, 1998.

FERENCZI, S. (1909 - 1933). Escritos psicanalíticos.Rio De Janeiro. Ed. Taurus.

FREUD, S. (1915). O Instinto e suas Vicissitudes. In: Obras Psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1974    (Ed. Standard Bras. Vol. XIV)

________. (1929). O Mal Estar na Civilização. In: Obras Psicológicas Completas. Rio de Janeiro: Imago, 1974   (Ed. Standard Bras. Vol. XXI)

PERT, Candace B. (1999). Molecules of Emotion - the science behind mindbody medicine. New York: Simon & Schuster. Touchstone book, 1999.

PIERRAKOS, John. (1986). Energética da Essência. São Paulo: Ed. Pensamento, 1997

WINNICOTT, Donald W. (1979). O Ambiente e os Processos de Maturação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1983

 

Tema 6.: A Relação da Psicanálise com o Direito, com as Neurociências, com a Biologia e a Genética

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(1) Sigmund FREUD, O Mal estar na Civilização,  Vol. XXI, ESB, p.136

(2) Sigmund FREUD, O Instinto e suas Vicissitudes, Vol.XIV, ESB, p.142

(3) D. WINNICOTT, Os Objetivos do Tratamento Psicanalítico, 1962,  O AMBIENTE E OS PROCESSOS DE  MATURAÇÃO.

 

 

 

 

 

            

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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